Dicas para pintura de fachadas prediais

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Quando a pintura antiga da fachada do prédio apresentar marcas pronunciadas de infiltração de água, bolhas, descascamentos, descoloração evidente, etc., chegou a hora de se pensar em uma repintura. A chegada desse momento vai variar de prédio para prédio.

O surgimento de cada um desses sinais de deterioração vai depender de como foi executada a pintura anterior e das condições de exposição do prédio a fatores naturais de risco.

Isso significa que se foi utilizada, na pintura anterior, uma tinta de qualidade ruim ou se a fachada estiver menos exposta ao sol ou mais exposta à chuva, ao vento, etc., a chance de ocorrer estragos será bem maior. Assim, é preciso planejar a pintura (ou a repintura) ou a reforma das fachadas sempre levando em consideração esses aspectos.

O recomendável é que sejam escolhidos os períodos de estiagem para a pintura e a restauração das fachadas, evitando-se assim qualquer perda indesejada de material. 

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Lavagem

O ideal é lavar a fachada antes de pintá-la. O método recomendado é a lavagem por hidrojateamento, ou seja, a aplicação de um jato de água de alta pressão (máxima de 1000 psi) para remover a sujidade. Dessa forma conseguem-se remover camadas formadas por poluentes, microrganismos e poeira, que se acumularam com o passar dos anos.

Esse método permite identificar também possíveis fissuras ou trincas na superfície da fachada, problemas que devem ser devidamente resolvidos antes da pintura ou da texturização, para que se tenha uma superfície uniforme e sem imperfeições durante as aplicações de tinta.

Tintas

Com relação à escolha da tinta, é essencial que se observe, em primeiro lugar, o critério desempenho, que será determinante para a maior ou menor durabilidade da pintura.

Dentre os tipos de tinta (não estamos falando em marcas) disponíveis no mercado, as tintas látex Standard e látex Premium são as mais indicadas para ambientes exteriores, desde que atendam às especificações de desempenho de tintas para edificações não industriais da ABNT (NBR 15079 de 2011).

Mas antes, como estabelece a referida norma, é preciso que profissionais especializados realizem testes de desempenho com cada tinta e meçam suas propriedades de absorção e de permeabilidade à água. Os resultados dessas verificações determinarão a escolha do tipo certo.

A pintura

O emboço que receberá a pintura não pode estar em processo de fragmentação. Se isso estiver ocorrendo, significa que a resistência do material está baixa. Nesse caso, talvez seja necessário trocar a argamassa do emboço. Mas isso, só após uma criteriosa avaliação profissional.

As especificações do fabricante para a diluição da tinta devem ser rigorosamente observadas durante a pintura, garantindo-se o uso racional e adequado do produto.

Se a fachada tiver apresentado infiltrações ao longo dos anos, é recomendável impermeabilizá-la utilizando uma argamassa própria, com propriedades impermeabilizantes.

Esse procedimento, no entanto, deverá ocorrer com estrita supervisão técnica, pois será necessário verificar se a argamassa é compatível mecânica e quimicamente tanto com o emboço quanto com a tinta que ela receberá. Além disso, será fundamental verificar se as propriedades impermeabilizantes encontradas na argamassa correspondem àquelas que foram informadas pelo fabricante.

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